domenica 15 maggio 2011
sabato 30 aprile 2011
sabato 26 marzo 2011
"As vezes o tempo se fecha pra gente
E o que era certeza se torna ilusão
O pingo judiado não quer mais lonjuras
E os rumos cansados não tem direção
É hora dos sonhos ganharem o mundo
Transpondo fronteiras do próprio destino
O homem não deve ceder aos tropeços
Pois quem vence as pedras aprende o caminho."
Compondo os Arreios - Cristiano Quevedo
E o que era certeza se torna ilusão
O pingo judiado não quer mais lonjuras
E os rumos cansados não tem direção
É hora dos sonhos ganharem o mundo
Transpondo fronteiras do próprio destino
O homem não deve ceder aos tropeços
Pois quem vence as pedras aprende o caminho."
Compondo os Arreios - Cristiano Quevedo
domenica 30 gennaio 2011
"É inpossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, uma outra trabalha sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar porque a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar a riqueza dividindo-a."
martedì 11 gennaio 2011
domenica 9 gennaio 2011
lunedì 8 novembre 2010
lunedì 23 agosto 2010
domenica 22 agosto 2010
mercoledì 18 agosto 2010
giovedì 15 luglio 2010
mercoledì 16 giugno 2010
martedì 8 giugno 2010
"O sol se foi sem pressa, deixou o céu quase sem luz,
até que veio outra estrela brincar com os meus olhos nus.
Não soube a resposta certa, assim solidão me traduz,
meu coração de poeta guardei nem sei mais onde pus.
A lua é uma porteira aberta, planícies de prata onde eu me perdi,
secreta foi a serenata, saudade maltrata, jamais te esqueci."Almir Sater
giovedì 15 aprile 2010
"- Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicômio social? Serão os fóruns?
Ou as redações dos jornais? Ou a tribuna dos políticos? As universidades?
Tentei tapar a bocarra do Boca de Mel, mas não deu tempo. Ele disse:
- Os botecos, chefinho. - Mas corrigiu em seguida: - Brincadeira.
Como não sabíamos a resposta, o homem que seguíamos afirmou:
- São os velórios. São eles os espaços mais lúcidos da sociedade. Neles nos
desarmamos, nos despimos das vaidades, tiramos a maquiagem. Nesse espaço, somos
o que somos. Se assim não for, seremos mais doentes do que imaginamos. Para uma
minoria, composta de íntimos, o velório é uma fonte de desespero. Para uma
maioria, composta dos mais distantes, uma fonte de reflexão. Para ambos, a
verdade é crua: tombamos no silêncio de um túmulo não como doutores,
intelectuais, líderes políticos, celebridades, mas como frágeis mortais."O vendedor de sonhos - pg 97.Augusto Cury