martedì 19 agosto 2008
venerdì 15 agosto 2008
SÓ POR HOJE
"Os dez mandamentos para obter a paz, segundo o Papa João XXIII:
Só por hoje procurarei viver exclusivamente este meu dia, sem tentar resolver de imediato o problema de toda minha existência.
Só por hoje terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar as pessoas; sendo delicado em minhas maneiras, não criticando a ninguém, não pretendendo melhorar ou disciplinar ninguém, se não a mim.
Só por hoje me sentirei feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz, não só no outro mundo, mas também neste.
Só por hoje ajustar-me-ei à realidade; sem procurar fazer com que as coisas se ajustem aos meus próprios desejos. Aceitarei o que o destino me oferecer e a isso me adaptarei.
Só por hoje dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura; lembrando-me que assim como é preciso comer para sustentar o meu corpo, assim também a leitura é necessária para alimentar a vida de minha alma.
Só por hoje exercitarei meu espírito de dois modos: farei uma boa ação sem contá-la a ninguém e farei uma coisa que não gosto, de que não tenho vontade de fazer, como disciplina. Se for ofendido nos meus sentimentos procurarei que ninguém o saiba.
Só por hoje farei um programa bem completo do meu dia. É possível que não o siga exatamente, mas em todo o caso o terei. E me guardarei de duas calamidades: a pressa e a indecisão.
Só por hoje terei meia hora de quietude a sós e, então, repousarei. Durante essa meia hora procurarei obter uma melhor perspectiva de minha vida.
Só por hoje ficarei firme na fé, com a certeza que a Divina Providência se ocupa de mim, como se somente eu existisse no mundo, ainda que as circunstâncias manifestem o contrário.
Só por hoje não terei medo de nada. Principalmente não terei medo de gozar do que é belo e de acreditar que, do mesmo modo como eu me der ao mundo, assim o mundo me dará."
giovedì 24 luglio 2008
mercoledì 23 luglio 2008
Um pouco mais,
Eu gostaria de um pouco mais, um pouco mais de mim.
Adoro música, gosto muito de música, principalmente aquelas que apresentam um violão.
Eu sei/tento tocar.
Não gosto das coisas efêmeras, elas passam muito rápido e eu prefiro degustar.
Gosto de livros. Na verdade, eu devoro todos eles. Mas e daí né?, por que você deveria saber?
Não gosto de gente fresca. Nem de mente vazia. Não gosto.
Gosto de um pouco de solidão, mas só um pouco.
Animais, todos eles.
Não sei arrotar, AINDA.
Aprecio boas frases, bons pensamentos e idéias sensatas.
Gosto de simplicidade, cumplicidade e da boa e velha sinceridade.
Dou valor às pessoas que amo, mesmo que algumas vezes elas não se dão conta desse detalhe.
Desenho. Mal e porcamente, mas desenho.
Odeio quando tentam me persuadir; não quer dizer que eu não tente.
Adoro filmes com conteúdo, seriados interessantes, vida real. Não uma comédia forçada nem um terror fictício.
E sempre espero "um pouco mais" de tudo.
lunedì 19 maggio 2008
domenica 4 maggio 2008
"Aqui me ponho a cantar
Ao compasso da guitarra
Que o índio que se desgarra
Nunca mais pode parar
Viver é contrapontear
Na tristeza onde se atola
Sem jamais pedir esmola
Nem carinho, nem perdão,
Pois abrindo o coração
É que o guasca se consola
E adonde venho respondo:
Sou da pampa e do varzedo
Guri criado sem medo
De cobra ou de marimbondo
Eu sei que o mundo é redondo
No seu arrodear sem fim
Índio pobre, e mesmo assim
Me alimento com meu canto
Tantos são donos de tanto
Ninguém é dono de mim
(Talvez por ser prisioneiro
Das ânsias e rebeldias
De andar as noites e os dias
Rondando como tropeiro
Talvez por ser guitarrero
Criado sem protovolo
Desde que mamei no colo
Da mama bugra campeira
Trago a alma prisioneira
Das coisas que vêm do solo)
Enquanto houver um paisano
Que ponteie uma guitarra
Enquanto houver uma garra
No lombo de um orelhano
Enquanto houver um pampeano
Guardando o sagrado estilo
Eu hei de seguir tranqüilo
Sem galopear, não me apuro
Porque quanto mais escuro
Mais claro é o canto do grilo
E quando eu me for, indiada,
Não quero mágoa nem choro
Não vai fazer falta um touro
Há tantos nesta invernada
Um 'Deus te salve', mais nada
Quando souberem: morreu
Já podem saber que eu
Que esbanjei tantos carinhos
Ando a campear nos caminhos
O que eu quis ser e não deu."
mercoledì 23 aprile 2008
"Sofre, Juca Mulato, é tua sina, sofre...
Fechar ao mal de amor nossa alma adormecida
é dormir sem sonhar, é viver sem ter vida...
Ter, a um sonho de amor, o coração sujeito
é o mesmo que cravar uma faca no peito.
Esta vida é um punhal com dois gumes fatais:
não amar é sofrer; amar é sofrer mais!"
- Juca Mulato; Menotti Del Picchia
giovedì 10 aprile 2008
"Um filósofo, portanto, é uma pessoa que reconhece que há muita coisa além do que ele pode entender e vive atormentado por isto. Desse ponto de vista, ele é mais inteligente do que todos que vivem se vangloriando de seus pretensos conhecimentos. 'Mais inteligente é aquele que sabe que não sabe', lembra-se? O próprio Sócrates dizia que a única coisa que sabia era que não sabia de nada. Grave bem esta afirmação, pois esta confissão é uma coisa rar mesmo entre os filósofos. Além disso, é tão perigoso fazer uma declaração dessa assim publicamente que ela pode lhe custar a vida. Os que questionam são sempre os mais perigosos. Responder não é perigoso. Uma única pergunta pode ser mais explosiva do que mil respostas."
Gaarder, Jostein; O Mundo de Sofia; pg 83.
martedì 18 marzo 2008
MÚSICA?
É, música. É todo o bom fluido que corre dentro de todas as nossas veias, são todas as vibrações. A música é um dos elementos centrais de nossa vida, ou pelo menos, da minha! Ela traz consigo algo que a faz divina e ao mesmo tempo efêmera. Entra em nossa cabeça e sem querer planta um sentimento. Uma música é como uma "corrente do bem", que traz uma idéia e seus seguidores. Música muda o nosso humor, ou mudamos a música conforme o humor, tanto faz. Ela parece durar pra sempre, e por muito mais tempo que nós. Enfim, música é tudo existe em nós, sentimentos, expectativas. Música é o que pensamos. São as vibrações que nossos corpos produzem. Ela é, deficinitivamente, o bom fluido.

