venerdì 5 ottobre 2007

Hoje mais do que todos os outros dias, tive uma prova de uma verdadeira guinada da vida. Talvez esse fato tenha me chocado mais do que poderia imaginar. Tequila, meu amigo-irmão se foi. E eu ainda não digeri tudo isso. Foi como piscar os olhos. Pode ser estranho, mas chegando em casa hoje, depois de passar por ele, vi ele se remexendo na grande gaiola e me chamando. Era lindinho. Acontecia sempre que eu passava por ele e não fazia um agrado.


Aí eu vi o quanto ele me amava. Deixei-o solto, mas ele me seguia por onde eu ia. Mas de repente, ele voa e em segundo tudo se acaba. E eu ainda o vi agonizar na minha mão. E foi um dos piores sentimentos que tive. Olhando aquilo tudo vazio, parecia não ter sentido. O som que ele tinha, vitalidade, alegria. Talvez muitos não entendam o que eu sentia, mas eu verdadeiramente o amava. Era estranho dizer. Ele me ouvia, muitas das minhas queixas ou euforias.
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martedì 25 settembre 2007


"Eu sempre soube que algo nos cavalos me atraía constantemente. Talvez seja pela perfeita assimilação entre beleza e rusticidade. E lidando com eles, aprendi que nem tudo que perdemos tem valor, aprendi a ter paciência, aprendi a ensinar. Aprendi que eles são amigos fiéis, e que se prontificam a você, dispostos a serví-lo. Eles se deixam cativar e ao mesmo tempo, nos cativam e nos amam. Nos mínimos gestos de afeto nos mostram o quanto nos querem bem. São maravilhosos, sim. São inusitados e quando menos esperamos, estão nos afagando, nos cheirando, nos dizendo que está ali para o que for. E que eu envelheça com eles, e como eles."

Frann Caneppele.

mercoledì 19 settembre 2007

HAKUNA MATATA x)

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

"Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Escribir, por ejemplo: La noche esta estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos.
El viento de la noche gira en el cielo y canta.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.
En las noches como esta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.
Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.
La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somo los mismos.
Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque este sea el último dolor que ella me causa,
y estos sean los últimos versos que yo le escribo."


Pablo Neruda. -
Viente poemas de amor y una canción desesperada.





lunedì 10 settembre 2007

Huhu, bendita vida corriqueira, hãm?!
Mas tudo tem seu lado positivo, e então faltam só mais 2 dias pra que eu possa me considerar uma menina 1.6! ;)







[ De absoluto, só a relatividade! ]


mercoledì 29 agosto 2007

[ cavalo parecido com o Cacique - saudades, amigo! ]

"Olhando um cavalo bravo
No seu livre cavalgar
Passou-me pela cabeça
Uma vontade louca
De também ir
Para um cavalgar
Coração atrevido
Pernas de curioso
Olhos de Bem-te-vi
E ouvidos de boi manhoso
E lá vou eu mundo afora
Montado em meu próprio dorso."

Cavalo Bravo - Renato Teixeira
"Amizade sincera é um santo remédio
É um abrigo seguro
É natural da amizade
O abraço, o aperto de mão, o sorriso
Por isso se for preciso
Conte comigo, amigo disponha
Lembre-se sempre que mesmo modesta
Minha casa será sempre sua
Amigo, os verdadeiros amigos
Do peito, de fé
Os melhores amigos
Não trazem dentro da boca
Palavras fingidas ou falsas histórias
Sabem entender o silêncio
E manter a presença mesmo quando ausentes
Por isso mesmo apesar de tão raro
Não há nada melhor do que um grande amigo."

Amizade Sincera - Renato Teixeira.

domenica 26 agosto 2007


Frann e Alecrim ô/ - Pousada Piuval [ Poconé/MT ]


[ Somos únicos, isso sim. ]

mercoledì 15 agosto 2007

Um dia você se lembra de todos os amiguinhos da infância. Aquele monte de crianças alopradas que você amava. Lembra das festinhas de aniversário, do primeiro 'namoradinho', mesmo que ele nunca sabia disso, lembra da melhor amiga e da menina que roubava teu lanche. Lembra da professora e das mesinhas pequenas. Você era pequeno. Ai, você cresce. Você muda, e vê que as pessoas ao seu redor mudaram também. E vê que as coisas não são as mesmas. Você começa a fazer karatê, joga futsal, muda seu cabelo. E aquela menina de antes sumiu? Na verdade, eu acho que não. Aquela menina de antes cresceu, mas não esqueceu do que já viveu. Ela, quando era pequena, mordeu o nariz do primo dela, mas hoje, ele é seu grande amigo. As coisas mudam, e a gente se espanta com a velocidade com que isso acontece. Ontem, talvez você tivesse mais medo do que tem hoje. Menos capacidade, experiência e por que não coragem?

[ O tempo é precioso e os anos ensinam muita coisa que os dias nunca souberam. ]

E os anos ensinam muita coisa mesmo, porque através deles você olha pra trás. Os dias são corriqueiros, são 'cães'. Os anos sim, te trazem boas e más coisas, mas acima de tudo, eles te melhoram. Você vê os anos passados, e não quer que os erros se repitam, mesmo que às vezes se repitam. E nem tudo que se perde tem valor e nem tudo que é bonito é amor. É a música dizendo. Você pára e pensa. Embora nada seja para sempre, cultivamos as boas coisas. Afinal, mesmo que delas só sobrem lembranças, ainda assim serão boas lembranças. Tudo que acontece é único. Aquele friozinho na barriga no primeiro beijo, o primeiro mergulho, a primeira volta de bicicleta, aquele tombo no colégio. São coisas mínimas, indispensáveis. Por que por mais experiências que teremos, algumas são inesquecíveis e suas sensações parecem permanecer intactas, veladas pelo tempo em algum lugar. ;)





sabato 11 agosto 2007



Não sei dizer o que, exatamente, me chama mais a atenção na Itália. Talvez seja o modo com que o sol se põe no horizonte, carregando um turbilhão de faíscas vermelhas que ao se apagarem, levam consigo todos os restos de um outro dia. É um lugar singular, onde seus campos floridos exalam o doce cheiro de suas tulipas avermelhadas. É um misto de passado e presente, agindo sobre um mesmo lugar, instigando novas paixões e olhares. São as histórias passando diante de nossos olhos e a vontade de vivê-las enchendo-nos a alma. O tempo é muito curto. Os anos nos ensinam muita coisa, os dias não. Eles passam corriqueiros e despercebidos.